segunda-feira, 17 de setembro de 2012

As irradiações crísticas na Via Láctea

Rodrigo Romo - Cura Quântica Estelar

Foi-me solicitado há vários meses que elucidasse a questão relativa aos nomes e as identidades que são atribuídas a Sananda em outras localidades da nossa galáxia. Para que essa informação chegue de forma mais completa vamos procurar acessar a sua irradiação desde o ponto central do nosso Universo Local de Nebadon, facilitando dessa forma para os leitores e seguidores de outras leituras e autores.


Percebam nesse fluxo que temos um conselho criacional que é coordenado pelas equipes do próprio Micahel, ser que sustenta a Ordem de Micah, que através dos conhecimentos religiosos da Terra foi denominado de Arcanjo Miguel, devido à tradução do inglês para Michael.
O Universo Local de Nebadon é constituído de aproximadamente 100 mil galáxias entre a realidade física 3D que entendemos e as outras realidades dimensionais além da nossa capacidade tecnológica e consciencial de entendimento. Portanto, algumas podem ser enquadradas em realidades paralelas a nossa galáxia.
Para cada grupo de galáxias o conselho coordenado por Micah direcionou o processo co-criacional dos bilhões de códigos genéticos para a criação da vida nas imensidões de seus domínios em Nebadon, gerando o movimento da vida em todas as dimensões que compõe Nebadon e suas diferentes frequências habitacionais.
Para distintas galáxias em diferentes localidades e momentos do fluxo temporal foram direcionados genomas de raças similares ou mesmo o mesmo código genético para que ocorresse a evolução e o experimento evolutivo das almas e das mônadas com seus Eu Sou em cada seguimento racial. Cada galáxia gerou vida conforme as condições físicas, eletromagnéticas, dimensionais e espirituais correspondentes, às vezes para genomas similares, criando um habitat diferenciado para os mesmos genomas em diferentes partes da mesma galáxia, o que gerou vários dialetos e formas de comunicação diferenciadas.
Partindo desse princípio temos cerca de 3,4 mil galáxias que receberam o genoma da raça adâmica kad-amon, que origina a estrutura humana e humanoide, sendo que em cada galáxia e nos respectivos sistemas solares o desenvolvimento desses seres seguiu conforme as condições climáticas e ambientais dos planetas escolhidos. Cada raça que se manifestou acabou por possuir uma identidade própria. Identidade essa com bagagem de informações espirituais de seus guardiões e hierarquia espiritual.
O desenvolvimento social e cultural seguiu as configurações específicas conforme as características de cada planeta, o que inclui um idioma específico que tenha sido desenvolvido, que não tem motivo para ser igual em todos os planetas onde esse mesmo genoma foi implantado.
Por isso o nome de Micah possui várias pronúncias e traduções em cada um dos mundos onde esses genomas foram disseminados. Limitando um pouco esse desdobramento, vamos nos ater unicamente à galáxia local onde nos localizamos.
A Terra e o nosso Sistema Solar estão localizados na parte externa do braço espiral de Órion, não confundam com a constelação de Órion e a sua nebulosa nas proximidades das Três-Marias.
M-45, Constelação Lira (VEGA), Acturus, Aldebarã, Alcíone, Sírios Alpha, Prócyon, Canopus, Avior, Betelgueuse, Rígel, Mirzan, Wizan, Altair, Deneb (Cisne), Pleione, Atlas, Constelação Hercules, Constelação do Escorpião, Constelação de Hidra, Pégaso, Constelação Leão, Constelação Draco, Polarys, Maldec, Nibiru, Vênus, Terra, Alnilan, Mintaka, Formalhaut, My Chefei, Ômega Sírios, Alpha de Centauro, Beta de Centauro, Alpha Próxima, Tau Ceti, Capela são algumas das localidades dentro do fluxo de sistemas solares nas imediações da órbita da Terra. Algumas dessas constelações não estão a mais de 30 mil anos-luz de distância. Alpha Próxima está há menos de 4,3 anos-luz de distância da órbita terrestre.
Cada um desses e de outras constelações que não foram inseridas neste contexto tiveram e ainda tem a manifestação ou irradiação da energia do co-criador e filho paradisíaco Micahel. No entanto, cada qual identifica essa irradiação através de um foco físico para a sua irradiação existencial, cada qual na sua dimensão e no seu contexto social e espiritual.
Em outros mundos a egrégora de Micah não é de um mártir, mas de um co-criador e mestre da criação da vida, um semeador da vida, que gerou através de seu próprio corpo espiritual o genoma humano adâmico.
Em cada um desses sistemas solares e de outros que não foram citados ocorreu a manifestação espiritual e física do corpo e do genoma que originou a raça humana, que, por sua vez, foi espalhado pela galáxia.
Temos um ponto a ser entendido e absorvido psiquicamente, a vida não ocorre somente em 3D, mas em outros planos muito além dessa fisicalidade terrestre. Portanto, para cada setor galáctico a vida pode ou não estar nesse padrão dimensional físico de 3D, ele pode ter ocorrido em 7D ou 2D, gerando um contexto distinto do fluxo evolutivo para cada cultura em seus respectivos planetas e no fluxo de tempo diferente do terrestre.
Na Via Láctea o genoma humano adâmico foi inserido inicialmente há cerca de 7 bilhões de anos na constelação de Lira, no 4º planeta da órbita da estrela de Vega, que atualmente fica há cerca de 26 anos-luz ao norte da órbita da Terra. Nesse sistema solar foram inseridos dois códigos genéticos humanos, sendo um deles a raça humana como conhecemos, e a outra a raça primordial dos zetas ou dos grays. Ambas as raças tiveram guerras e sérios problemas com a perseguição das raças reptilianas e posteriormente da mistura genética denominada de dracos. A raça humana e a zeta foram obrigadas a fugirem para outras paragens para se esconderem e evoluírem isoladamente do sistema de Vega.
Essa situação ocorreu em um plano dimensional que poderia ser enquadrado como sendo entre 5D e 6D se comparado com a vibração da realidade atual da Terra que definimos de 3D. No entanto, em outros focos como no sistema de Canopus a vida humana adâmica foi inserida em paralelo em 7D tendo um outro destino ascensional maravilhoso e sem inimigos, assim como em outras localidades independentes como na constelação de Hércules, Sírias Alfa e no núcleo da galáxia, sendo que cada qual em uma dimensão e contexto diferente ao de Lira-Vega.
Nos mundos que descendem do êxodo de Lira-Vega o nome associado à energia de Micah é Amelius. Dessa forma, nos sistemas de Alcíone de Plêiades, Aldebarã de Touro, Betelgeuse de Órion e seus vizinhos, o foco de Micah é denominado de Amelius e de Sananda.
Temos então:
Constelação do Centauro à Em Tóliman (Alpha de Centauro), Agena (Beta do Centauro) e Alpha Próxima como irradiação de Micah o nome que surge na equivalência de Jesus Cristo é o mestre e guia espiritual Ashtar Sheran. Esse ser é uma encarnação do foco direto de Micah, assim como Jesus foi na Terra, que direcionou a evolução e unificação fraternal da humanidade isolada de Tóliman e dos mundos anexos para o contexto estelar das federações e posteriormente da Confederação, sendo uma das sete irradiações de Micah na galáxia.
Constelação do Cão Maior / Sírios à Aqui o contexto é mais complexo, pois temos que dividir Sírios Alpha do restante da constelação na sequência evolutiva, embora estejam ligados pela liderança espiritual e genética. Neste local surge um foco Kumara direto da energia de Micah que recebe o nome Sananda, nome que viria a ser conhecido milhões de anos depois na Terra (Índia) quando Jesus Cristo por lá peregrinava. Este foco siriano foi o que junto com a raça felina e das aves de Sírios Alpha escolheram o 4º planeta da estrela de Vega para originarem o primeiro genoma humano da Via Láctea. Este mesmo foco foi qualificado pelos descendentes de Vega e pelos mundos do êxodo direto como o foco e a linhagem de Amelius.
No restante da constelação de Sírios, o que inclui os sistemas solares de Wirzan, Wezen, Ômega Sírios, My-Sírios e pelo menos mais 14 sistemas solares dessa constelação, a denominação é Kumara/Sananda, sustentada pelo foco do Arcanjo Miguel que é um trono direto de Micahel, por isso o significado na Cabala de Miguel à Aquele que é igual a Deus. Como trono ele se desdobra em pelo menos 77 , 712 , 127 , 1212, conforme o ponto de referência das diferentes dimensões e vibrações da Via Láctea e seus respectivos desdobramentos.
Constelação de Lira à Foco original Amelius e Avyon / Avyor que foram difundidos pelos 13 grupos que deixaram essa constelação em direção a 13 diferentes quadrantes da Via Láctea, sendo o planeta Maldec do nosso Sistema Solar um deles há mais de 290 milhões de anos. Do ponto de Lira temos grupos que foram inseridos no contexto colonial de planetas nas órbitas das estrelas: Alcíone, Aldebarã, Altair, Deneb, Capela, Betelgeuse, Rígel, El Nyat, Arcturus, Prócion, Wizarn, Terra, Vênus, Júpiter, Sirion de Sírios, Formalhaut, Reticulli, Spica, Argom, Arcom, Tau Ceti.
O processo do deslocamento temporal que foi escolhido pelos portais estelares fez com que cada processo evolutivo ocorresse em diferentes constantes tanto dimensionais como temporais, o que gera no entendimento humano atual uma improbabilidade técnica aceitável, pois esses grupos que se espalharam por diversos planetas em grupos de estrelas de 13 quadrantes acabaram se irradiando em pelo menos 25 diferentes linha de tempo nas constelações que escolheram, justamente para criar o maior gradiente de probabilidade de sobrevivência à raça humana que fugiu dos reptilianos da órbita da estrela de Vega há pelo menos 5,7 bilhões de anos.
No contexto da Terra, a influência dos humanos arianos do planeta Maldec é mais representativa do que a própria presença do povo dos anunakis de Nibiru. O foco de Maldec é uma casta direta de Avyor ou Avion de Lira que se manteve como linhagem pura pelo menos por 50 milhões de anos antes da destruição de Maldec, que foi uma das grandes alterações geológicas da Terra e de outros astros do nosso Sistema Solar, afetando a órbita hexagonal de Alcíone e de seus 49 sóis que orbitam centralizados ao seu redor.
Para os povos de Graceya, Nodia, Moor, Polarys, Thuban e Merak a Casa de Avyor ou Avion representa o foco encarnacional da casta direta de Jesus/Sananda/Amelius/Micahel descrito em várias canalizações dos telepatas da federação. Esses grupos só teriam contato com os humanos de Tóliman e do Império do Centauro milhares de anos posteriores por estarem em distintas frequências no espaço multidimensional. Foi há cerca de 2 milhões de anos da Terra que o foco de Asthar Sheran foi anexado ao contexto cósmico das federações como sendo uma irradiação de Micahel.
A evolução dos mundos da estrela de Alpha Centauro com a raça humana passou por muitos problemas de polaridade entre o amadurecimento e o desenvolvimento tecnológico e espiritual sendo o líder Asthar Sheran o responsável pela ascensão e inserção desse povo no contexto das federações da Via Láctea e posteriormente da Confederação Intergaláctica e Confederação Multidimensional, conectando o foco da irradiação de Micahel diretamente através de seu ser para todos os 382 bilhões de habitantes dos quatro mundos coloniais dessa estrela e posteriormente dos planetas na órbita de Agena e demais colônias.
Constelação de Plêiades M-45 à por ser uma das 13 constelações que receberam o êxodo dos fugitivos da guerra de Lira-Vega foi mantido em muitos planeta a memória celular e espiritual do mestre crístico e genético Amelius, que com o tempo, devido às associações com os grupos de Sírios acabou sendo fundido com o nome de Sananda, ficando conhecido e aceito como Amelius/Sananda, criador da casta humana ariana primordial. Essa nomenclatura, portanto, é oficial para os mundos: Aldebarã da constelação de Touro que controla Alcíone e M-45, Capela e o êxodo das federações locais, Arcturos e a colonização da Confederação, Plêione e o êxodo de Lira, Prócyon e o êxodo dos zetas e grays de Lira, Betelgeuse e Bellatrix com os exilados de Lira, Nibiru e Alcíone sob o controle de Aldebarã.
Nesses mundos a memória cósmica relativa a Jesus Cristo é associada à energia do nome Amelius e Sananda, mas também a outro nome ainda mais antigo que foi o de Avyor, em homenagem à constelação de Lira-Vega, onde se originou a casta genética de Avyon. Por essa razão que em muitas canalizações de norte-americanos conectados a Enki, Anu, Inanna, Enlil e outros nibiruanos de Plêiades surgiu essa informação, pois foi na estrela de Vega que surge a raça humana no palco dimensional de 5D a 6D, sendo para eles a realidade absoluta do foco humano, o que é diferente para outras localidades como Canopus, que ocorreu muito além na escala dimensional em 7D.
Constelação de Hércules M-31 à O foco humano foi inserido pelo Arcanjo Gonozal, que é também um desdobramento direto de Micahel. Na evolução isolada da raça humana nessa constelação e nos milhares de sistema solares não existiu o foco Amelius, Sananda ou Kumara, mas somente Gonozal como representação do ponto de fusão e conexão com o co-criador do genoma humano desse quadrante da Via Láctea há pelo menos 9 bilhões de anos, em similaridade com o processo do sistema de Canopus. O fluxo humano foi inserido entre 7D e 9D seguindo moldes similares aos de Canopus.
Constelação de Carina (Canopus) à O foco humano foi inserido há cerca de 9,3 bilhões de anos entre 7D e 9D através do foco espiritual e genético de Michard Kumara, que é uma irradiação direta de MicaheI. A irradiação dos Kumaras parte desse quadrante e da constelação do Cruzeiro na estrela de Mimosa, onde se localiza a escola Kumara dos mestres e avatares galácticos.
Terra/Plêiades/Nibiru/Anunakis/Dracos à através do foco físico de Jesus Cristo o arquétipo do cristo e do avatar é focalizado na figura humana e espiritual que representou Jesus para a humanidade. Para todos os exilados na Terra e missionários o reencontro com o foco de Micahel ocorre na figura humana e espiritual de Jesus, para uma minoria no arquétipo do Arcanjo Miguel e para outros no arquétipo de Asthar Sheran, pois ativou memórias do passando antes do processo encarnacional na Terra dessas almas que por diversos motivos estão encarnadas na Terra.
Percebemos que o mesmo foco espiritual de Micahel foi projetado para diversos sistemas estelares, onde o projeto adâmico foi inserido e tinha que se desenvolver no ciclo da evolução encarnacional. Em cada local o nome desse foco ou desse ser espiritual que contribuiu com o genoma primordial extrafísico foi expresso de forma diferente pela dialética idiomática de cada setor, mas todos estavam se referindo ao mesmo ser ou ao mesmo espírito.
Por essa razão que venho há mais de 15 anos escrevendo que Ashtar Sheran, Gonozal, Arcanjo Miguel, Michard, Sananda, Amelius e Micah são originários da mesma irradiação em diferentes locais da galáxia. Cada grupo de pessoas, conforme a sua origem estelar antes de iniciar o seu ciclo encarnacional na Terra, tem contratos e herança espiritual com um desses focos ou dos outros que não foram citados nesta matéria. Existem pelo menos 72 designações para a irradiação de Micah somente no conjunto de Naoshi com suas 49 galáxias, ao qual a nossa galáxia pertence dentro do grupo menor Teta que é composto de 21 galáxias.
Tenho recebido via internet diversas discussões a sobre este assunto tanto daqueles que defendem como dos que criticam e tentam ridicularizar isso. Ao invés de criticarem, considero mais construtivo que cada qual acredite no que considera mais coerente e não ataque o próximo, pois a Verdade é uma só, mas há muitos meios de atingi-la.
As críticas e conflitos que são geradas não são construtivos e afastam as pessoas do seu equilíbrio interno, o que em todas as situações os afasta totalmente do foco da irradiação de Micah. Entendo também que existe um movimento relutante contra a energia do nome Ashtar Sheran devido a determinados grupos que destorceram o energia verdadeira deste ser. Por essa e outras razões entendo a relutância das pessoas em aceitar que a entidade ascensionada Asthar seja originária da mesma irradiação de Sananda, pois para muitos ele é ou representa um anjo caído devido aos diversos relatos de pessoa abduzidas em nome deste ser, o que é um total equívoco.
Algumas pessoas não perceberam que o efeito de ressonância interno é o que conecta cada um desses focos espirituais. As equipes ligadas diretamente a Micah utilizam o poder do espírito no qual encontram a frequência exata da chama trina de cada pessoa para se manifestarem e ativarem o processo interno de despertar, transmigração psíquica e desacoplamento do ciclo encarnacional terreno. Contudo, é um processo interno, que só ocorre nas pessoas que buscam o equilíbrio fora dos duelos de poder e do fanatismo espiritual.
Portanto, os duelos via internet que me foram apresentados sobre este tema, alguns deles extremamente ofensivos, somente gera desarmonia e irradiação de sentimentos e formas-pensamento nada harmônicas para os que entram nesses dilemas.
Ofereço essas informações para ajudar no entendimento de que cada um tem o direito de se sintonizar com aquilo que sente em seu coração, mas não tornando esse assunto um ponto de guerra e desequilíbrio interno, pois isso acaba afastando a todos da irradiação original e primordial de Sananda ou do nome que vocês queiram dar a esta irradiação cósmica. O importante é como vocês se sentem com relação ao seu foco e a sua energia aqui na Terra, que é o local onde se encontram aprisionados pelas crenças dos últimos 50 mil anos desde as grandes guerras dos deuses.
À exemplo das guerras religiosas e políticas que acontecem em todo o mundo, muitas pessoas inserem a discórdia nas diferentes escolas espiritualistas para separar e afastar as pessoas do seu senso de equilíbrio interno. O contexto espiritual deveria ter a função de religar as pessoas ao sua irradiação cósmica primordial, não de criar guerras e disputas de poder de qualquer forma.
O respeito para com o próximo é fundamental, essa é uma primícia dentro do caminho interno das escolas espirituais. Percebam amigos, que estamos todos nós no universo dos hologramas, não podemos ter certeza de nada, pois tudo pode ser uma ilusão que nós mesmos criamos, em nossa ensandecida busca por respostas. Não podemos atribuir à energia ASTHAR SHERAN assim como não podemos atribuir a JESUS CRISTO a culpa pelas abduções ou pelas perseguições religiosas que ocorreram em nome desses seres.
Quando os contatados Eugênio Siragusa ou George Van Tassel tiveram seus contatos por volta 1952 acabaram na euforia do momento contagiando dezenas de seguidores ávidos pelo contato com seres de outros mundos, mas por ingenuidade, sem terem entendimento das forças ocultas do já existente SGS e dos grupos por eles controlados como os Iluminatis e suas ramificações nos governos mundiais. Membros desses grupos que controlam o poder econômico mundial foram abduzidos e controlados pelos reptilianos negativados desde a guerra dos Anunakis de Nibiru e Molock, que representam as guerras dos antigos deuses gregos, egípcios, romanos, maia, incas e da Índia.
Alguns grupos aproveitaram os contatos reais que Eugênio e George tiveram e geraram movimentos para desvirtuar os processos de contato que ocorreram em outros momentos. Ocorreu que o SGS incumbiu pessoas de perseguir, desvirtuar ou mesmo ridicularizar indivíduos que tiveram contatos reais além de criarem propositalmente casos de abdução usando o nome já conhecido de algumas entidades contatadas, como ocorreu com Asthar Sheran, que se tornou tão propagado desde o caso de George e Eugênio.
No decorrer da história do comandante Asthar na Terra desde a década de 50 houveram vários canais contatados por esse ser, tais como os alemães Hermann Ilg, Ethel P. Hill , o suíço Karl Schonenberger, contatados nos anos 60 a 80, o que nos coloca na situação de que muitas das mensagens atuais são apenas eco do passado, que foram reescritas por outras pessoas que têm divulgado informações com mais de 50 anos enviadas.
A necessidade de encontrar uma válvula de escape no contexto social da Europa e dos países envolvidos com a Guerra Fria fez com que parte dos escritores de ficção científica do passado criasse obras maravilhosas muitas delas captações psíquicas dos planos sutis nas quais milhares de pessoas escapavam de seus problemas diários nessas leituras e acabavam se conectando com esta energia de forma totalmente inconsciente. Ser salvo é o que todos querem, mas estar capacitado e ser merecedor dessa salvação é algo bem diferente.
Então, amigos, o foco que temos que ter em relação a qualquer desses nomes utilizados ou representações da energia irradiada por Micah é somente o amor, a harmonia e deixar essa energia fluir dentro do nosso processo interno, sem entrarmos no contexto político de quem é quem, mas de como a nossa energia pessoal flui com essas emanações cósmicas.
Espero ter contribuído com os devidos esclarecimentos sobre esses focos de energia para dessa forma diluir os conflitos entre os diferentes grupos que têm me enviado e-mail sobre o assunto querendo uma posição pessoal. Estou além de uma posição, pois reconheço cada um dos focos galácticos de Micah em Naoshi. Ser discípulo da irradiação crística é antes de qualquer coisa ser harmônico e promover a harmonia, sem viver pela lei da espada e da disputa, mas se projetar no fluxo pessoal da ascensão e do crescimento interno.
Fiquem na paz do seu Cristo Interno e meditem sobre essas informações.

Rodrigo Romo

Mensagem escrita em 22 de Junho de 2012.

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Autor: Rodrigo Romo - 03/07/2012 em: Política Confederação Intergalática
Autor: Rodrigo Romo - Cura Quântica Estelar


sexta-feira, 10 de agosto de 2012

A Origem: Federações Interestelares - Constelação de Plêiades M45

Rodrigo Romo - Cura Quântica Estelar

Constelação de Plêiades M-45

Esta constelação é complexa porque é o berço de milhares de formas de vida entre 4D e 7D, mas desenvolveu também vida em 3D como entendemos na Terra. Lembrando a vocês que a Terra percorre uma órbita ao redor da estrela de Alcíone a cada 26 mil anos, portanto o nosso sistema solar pertence à nebulosa de Plêiades, assim como Sírios, Toliman e outras estrelas pouco conhecidas, sendo que este conjunto possui uma órbita definida como hexágono a cada 560 mil anos ao redor de outro conjunto estelar que envolve a constelação de Órion.

O eixo existencial desse conjunto é um dos mais complexos no contexto da vida e das diversas formas desenvolvidas nos últimos 5 bilhões de anos, envolvendo realidades paralelas e colonizações nos mesmos planetas em diferentes épocas do contexto geológico de centenas de planetas. O que inclui a Terra, que já foi visitada dezenas de vezes em diferentes momentos de sua evolução.

Falar das Plêiades é falar do nosso passado e da maior parte das canalizações que viraram ficção científica nos livros e filmes dos últimos 100 anos, devido ao fato de que a maior parte dos humanos encarnados e no umbral são antigos residentes de planetas do âmbito político de Plêiade.

Vamos entender melhor essa situação ao percebermos que essa nebulosa é como uma microgaláxia, com vida em muitos planetas além daquilo que se imagina. Primeiramente a vida não se expressa apenas da forma como a conhecemos na Terra, o que já deve estar claro para os leitores. Além disso, a densidade existencial que erroneamente definimos como dimensão muda de planeta para planeta e as condições para a manifestação da vida também.

No conjunto dessa nebulosa, com cerca de 367 estrelas, existe a manifestação de vida em diferentes parâmetros da biosfera estelar, algumas podendo ser consideradas apenas insetos, micróbios e outras formas primitivas na primeira escala da evolução, mas existem estrelas que sustentam formas de vida mais complexas que chegaram a se manifestar no plano espiritual pelo processo de reencarnação em vários outros planetas, incluindo a Terra.

Plêiade, antes de unir-se aos interesses de Aldebarã de Touro, teve federações e grupos de alto desenvolvimento tecnológico. Foram cerca de 37 impérios no seu desenvolvimento pleno, muitos não existem mais, outros continuaram até a fusão com Aldebarã e posteriormente com outras federações até chegar-se ao contexto das 49 Federações Sistêmicas Locais da Via Láctea.

Essas federações ou repúblicas internas que existiram na área da nebulosa de Plêiade criaram muitas aventuras de consciência e experiências encarnacionais, muito além do imaginado inicialmente pelos Filhos Paradisíacos que plantaram suas sementes nesse setor da galáxia. Em Plêiade, ocorreram conflitos raciais antes mesmo de Órion. Disputas pelo poder e pela supremacia racial já eram comuns dentro da busca da hegemonia militar e política entre os mundos internos. Quando falamos de Alcíone estamos nos referindo a uma estrela relativamente próxima da Terra e de Aldebarã, que foi colonizada e anexada pela sua posição estratégica em relação a Órion e outros grupos de poder, mas não por essa estrela ser a capital central do conglomerado de M-45 ou Plêiade. Alcíone não é uma estrela grande e muito menos central no contexto de M-45, fica na sua periferia e poderia ser considerada externa ao resto do conglomerado.

A estrela de Merope foi palco de muitas colonizações em seus 13 planetas, devido à riqueza de recursos minerais, mesmo não possuindo planetas de oxigênio como a Terra, apresentava importantes recursos de extração para a tecnologia reversa e construção de ligas de alta resistência empregadas na construção estelar das frotas espaciais e também na elaboração de supercondutores e nanotecnologia, devido aos planetas possuírem alta densidade e forte gravidade, criando geologicamente inúmeros elementos raros para mundos menores.

Esses 13 planetas foram descobertos e redescobertos várias vezes pelos grupos de liderança em diferentes épocas entre as disputas de poder militar e racial dos grupos próximos a Merope, porém, nunca ouve formas de vida originais dessa estrela, embora ainda funcionam mais de 11 colônias subterrâneas ligadas à pesquisa de tecnologia e extração de recursos naturais. Muitos dos seres que viveram nesse contexto foram enviados à Terra para ajudar no contexto de mineração junto às equipes dos seres do planeta Nibiru há mais de 400 mil anos, sendo que esses seres não estavam envolvidos na política governamental dos anunakis, mas eram excelentes técnicos de mineração e conversão dos materiais extraídos na Terra, e grande parte está encarnada na Terra.

A estrela de Atlas possui um histórico diferente, pois foi empregada como base de pesquisas astrofísicas pelos grupos das estrelas mais profundas de M-45. Foram os primeiros grupos de pesquisa a encontrar vida em outros mundos e iniciar as conversações que geraram federações e parcerias de desenvolvimento conjunto, pois eram seres que já vinham das antigas guerras internas entre humanos e reptilianos relativos aos experimentos antigos realizados por Sarathen e Micah há mais de 4 bilhões de anos, em paralelo ao processo de Órion e Vega.

Além de M-45 outras constelações similares na Via Láctea passaram pelo mesmo foco criacional dos Filhos Paradisíacos devido ao elevado gradiente energético proporcionado pela proximidade das estrelas, gerando um elevado gradiente de radiação, que é significativo para as pesquisas além de 8D. O ambiente existencial nas altas esferas além de Teta é complexo e possui um espectro muito amplo de radiação que seria letal a qualquer forma de vida abaixo de 10D, justamente porque a vida existe no meio desse emaranhado de radiações cósmicas que para as formas terrestres é letal.

Por esse motivo os ajustes monádicos e a preparação dos corpos clonados de Eu Sou são realizados em patamares mais elevados de radiação, para poder ajustarem-se em relação ao foco criacional primordial. Posteriormente o processo é densificado e adaptado às formas de vida nas esferas abaixo de 8D, nas quais o gradiente de absorção às radiações é mais limitado.

Alcíone acabou tornando-se um dos maiores entrepostos comerciais dos contingentes internos de M-45 e das colônias de Aldebarã e de Betelgeuse, que acabaram por tornar-se independente na sua evolução. Após os conflitos entre Rígel e os demais sistemas tornou-se necessário um ponto estratégico para centralizar a tecnologia dos grupos de oposição a Rígel, o que acabou por ser Alcíone, justamente por estar num setor que estava afastado da influência militar dos reptilianos de Rígel e das guerras que estavam em andamento no contexto das realidades paralelas e disputas raciais.

M-45 acabava por ser um sistema isolado e capaz de autossuficiência devido à sua condição peculiar nesse setor da galáxia, com várias raças e povos em desenvolvimento avançado e colônias secretas implantadas pelos colonizadores da constelação de Lira e de Sírios, o que ajudou a criar raças que se desenvolveram rapidamente. Essas raças são as humanas adâmicas da linhagem de Mitch Ham Ell que tinham escapado da perseguição dos draconianos no setor de Vega e Pégaso. Devido a essa condição o desenvolvimento da raça humana no contexto da nebulosa de M-45 foi mais rápido que em outros lugares e ao mesmo tempo secreto, pois os draconianos não sabiam da existência dessa civilização.

Podemos definir que a evolução dessas colônias ocorreu de forma independente e em paralelo com a dos sistemas centrais como Sírios, Rígel, Betelgeuse e o eixo dos principais povos, correndo em segredo perante as federações, mas em sintonia com os sacerdotes ligados à Confederação.

 Em M-45 muitos projetos avatáricos foram direcionados para permitir que matrizes de mestres encarnassem e deixassem a sua herança genética, existindo uma importante linhagem de Micah, Ezequiel, Miguel Amon, Sanat Kumara, Emanuelis, Voltica Parkos, Maria, Miriam, Vanushy e outros mestres que representam a ascensão de povos que surgiram na sociedade Pleiadiana. Projetos similares ao planeta Terra existiram em quantidade na estrutura planetárias de M-45, o que ajudou na evolução e na seleção desses sistemas e civilizações, sendo que uma parte foi colocada a disposição de planetas de exílio local na periferia da nebulosa M-45, como Nibiru, que outrora orbitava a estrela de Alcíone.

Esse corpo celeste foi removido da órbita de Alcíone pelo nosso Sol Monmantia numa conjunção e alinhamento entre Herculovos, Monmantia e Alcíone. Alinhamento que gerou alterações importantes na estrutura desses dois sistemas solares há mais de 5 milhões de anos. O planeta Nibiru foi um dos 32 mundos de exílio relacionados as diversas raças em conflito que não se enquadraram na seleção natural da evolução dos sistemas com maior evolução e contato estelar e espiritual com outras civilizações, criando naturalmente um processo seletivo entre aqueles com a capacidade de adaptação e os rebeldes com alto índice de dualidade e negatividade remanescente da polaridade experimental deixada pelos Filhos Paradisíacos da linhagem de Sarathen com a ajuda de Satanás e as demais equipes dessa polaridade.

Nibiru recebeu a transferência de diversas civilizações, não apenas anunakis, que é, inclusive, um nome empregado de forma equivocada, pois no antigo sumeriano essa palavra significa ´aqueles que vieram do céu`, e não uma raça específica. O planeta Nibiru possui um tamanho um pouco maior do que os planetas Urano e Netuno, porém menor do que Saturno, recebeu aproximadamente 25 milhões de exilados em diferentes estágios evolutivos, sendo que, devido às condições orbitais originais desse planeta ao redor de Alcíone, estava apto apenas para a vida em plano subterrâneo para a maioria de suas raças implantadas artificialmente. Era um planeta que não possuía atmosfera estável para formas que respirassem oxigênio, com altas taxas de gases como amônia e gases sulfurosos das reações vulcânicas existentes nesse período geológico de Nibiru.

Nibiru estava numa órbita externa da estrela de Alcíone. O que permitia que o lixo social fosse enviado como uma prisão para esse planeta sem interferir na estruturação do restante da sociedade de M-45. Foram 32 mundos com essa função devidamente espalhados no amplo segmento da distribuição de M-45 e dos povos que iniciavam a liderança evolutiva e tecnológica. O que formataria inicialmente a Federação Pleiadiana, que, com o tempo, iria associar-se à delegação de Aldebarã e gradualmente ser a sede política da fusão de 49 Impérios que formatariam as 49 federações galácticas.

 Essas federações aplicariam novas regras e diretrizes para manter a coesão do novo grupo e a proposta de expansão pela galáxia. O que geraria conflitos relativos a seguir ou não tais diretrizes que proibiam a prática de alguns atos de pirataria, até então considerados comuns no âmbito social das federações e grupos de liderança política de M-45 e de outros grupos estelares.

Processo similar ocorreu na nebulosa de M-27 nas imediações de Sagitário com Áquila, que receberam o material genético e espiritual de Lira no contexto da criação dos dracos por parte de Satã. Parte desse material foi transferido para as estrelas mais profundas de M-45, dando continuidade ao processo evolutivo. Porém, abandonados à própria sorte, pois o Lanonadeck Satã foi impedido pelo Arcanjo Lúcifer de dar continuidade a suas experiências em M-45, como tinha sido realizado em Lira e Rígel pelas equipes rebeldes de Satã. Aqui entraríamos na guerra dos Lanonadeck, pouco sabe-se a respeito da mesma, pois ocorreu em esferas acima de 12D e não teve conexão direta com as realidades abaixo delas, mas teve a repercussão pelos filhos criados pelas partes envolvidas na Matriz de Controle de ambas as partes.

A guerra da Ordem Lanonadeck estava na fase da punição e afastamento do poder entre a Ordem Lanonadeck e os Filhos Paradisíacos e seus seguidores que desviaram os projetos originais ou que alteraram a proposta primordial da cocriação. O que foi evidentemente um conflito político de tribunais e não uma guerra militar. A sentença para muitos Lanonadeck condenados foi de iniciar o processo encarnacional nas esferas abaixo de 8D, que eles mesmos tinham cocriado para com isso resgatar seus erros. Foram mandados para essa missão/punição cerca de 200 Lanonadeck das altas esferas. Todos envolvidos com o mal uso da energia e do poder cocriacional, sendo submetidos por Lúcifer a um processo de resgate cármico severo, justamente por terem desvirtuado a sua ordem e terem manchado o seu nome em diversas situações. 

 Muitos dos Lanondadeck que foram punidos e enviados a Teta foram transferidos para mundos experimentais em M-45 e em outros setores desdobrados em fragmentos, para dessa forma não permitir o regresso de imediato via ascensão, mas para entrar mais profundamente na ramificação do que geraram com seus experimentos sem a autorização do plano maior.

Essa configuração de inserir um Lanonadek e outros Filhos Paradisíacos desdobrados em diversas realidades paralelas gerou a amplificação da Matriz de Controle, pois muitos desses seres acabaram por tornar-se poderosos magos negros com alto conhecimento e que serviram de base para a transferência psíquica de Sarathen e dos outros filhos de Anhotak. Inserindo dessa forma a dogmatização do Diabo em milhares de culturas de Teta. O que, a princípio, era uma forma inteligente de aprendizado para os pecadores da Ordem de Lanonadeck que tinham traído a confiança dos filhos superiores, acabou por transformar-se no abastecimento de material genético e psíquico que a energia do Anticristo necessitava para depositar seus códigos e ampliar o poder do umbral da galáxia de Arconis em Teta.

Dessa forma M-45, M-27, M-13, M-57, M-35, M-42 e M-7 são alguns dos pontos aos quais esses missionários foram enviados em diferentes linhas de tempo e dimensão para desenvolverem um trabalho de aprendizado e posteriormente de avatares. Porém, cerca de 134 do grupo inicial de 200 Lanonadeck se perdeu devido a ação e codificação do Anticristo, passando a representar a manifestação dessa energia e amplificar o seu poder em pontos estratégicos da Via Láctea, além dos outros pontos de Teta onde outros Lanonadeck também estavam em missão similar.

Para nós, da Terra, o contexto de M-45 Plêiades é mais importante e tocante, pois a Terra pertence ao campo gravitacional de Alcíone e está diretamente envolvida no ciclo evolutivo encarnacional de almas dessa constelação e da sua vizinhança, o que com os outros grupos mencionados não ocorre de forma direta. Para muitos representantes da constelação de Plêiades ou M-45 a civilização da Terra representa o umbral da sociedade Pleiadiana, o que nos deixa numa situação interessante no contexto da evolução e da quantidade de problemas que a nossa sociedade reflete diariamente com suas guerras e corrupção, demonstrando a sua imaturidade. É o reflexo de um passado ou de realidades paralelas que existem em nossos fragmentos fractais da alma, que estão em outras partes do universo manifestando-se, porém intensificadas na realidade da Terra como um catalisador do processo da dualidade que vivenciamos.

A Terra é um catalisador da dualidade pelo processo tecnológico, no qual muitas civilizações escolhem uma alma dentro de um grupo de consciência coletiva e deixa que essa alma expresse a dualidade do grupo, encarnando na Terra ou no umbral para viver o extremo da dualidade e da expressão da não luz do Anticristo. E permite que nas outras almas e realidades vividas exista um maior equilíbrio. Isso pode parecer injusto, mas é uma realidade de um contrato que foi assumido há milhares de anos.

 Muitas de nossas almas gêmeas ou realidades paralelas vivem neste momento em Alcíone ou em outras constelações sua expressão de alma.  Nós, na Terra, atraímos os experimentos mais difíceis que essas sociedades não podem realizar. Mas onde fica então a ascensão que tanto é exigida de nós? A resposta é que as realidades paralelas de cada alma que manifesta o seu experimento Terra na dualidade são catalisadoras do processo de ascensão, que foi proposto há muito tempo no contexto dos mundos de exílio, porém o projeto foi adulterado, como vimos através da corrupção de Caligasto, que alterou as bases operacionais da Terra há aproximadamente 350 mil anos. Envolvendo-se com os representantes negativos de Nibiru para fortalecer a formatação do umbral da Terra conectado à galáxia de Arconis que é a matriz de reprodução da energia do Anticristo.

O fato das almas ficarem presas ao processo encarnacional repetidas vezes através dos preconceitos religiosos, afasta o processo de ascensão e a fusão das almas como deveria ocorrer após um contingente médio de 25 a 40 encarnações, deixando as almas presas em processos repetidos e em clonagens por mais de 120 ciclos em média. Cada ciclo é controlado pelos preconceitos religiosos e cármicos adquiridos, e fortalece a formatação das colônias de controle de clonagem do umbral e da ligação com as cidades Dakar ou Daktarin no Umbral, servindo de alimento a uma sequência de outras situações além do controle da Confederação.

Como quartel general administrativo das 49 Federações, a estrela de Alcíone apresenta realidades paralelas manifestadas pelos integrantes dessas 49 federações de diferentes realidades da Via Láctea. Vibra entre 3D e 8D, o que faz de Alcíone um dos mais complexos laboratórios de pesquisa evolutiva da galáxia, pois possui seres de seis diferentes frequências vibracionais, distintas raças com tecnologia, ideologia religiosa e social. Manter essas 49 civilizações coesas é um dos maiores desafios da Federação e esse foi um dos motivos pelos quais as outras federações não aceitaram participar, devido à impossibilidade técnica e psíquica que envolve essa empreitada.

Não pensem que a Federação é composta apenas de seres humanos. Mas de diferentes formas de vida em muito mais aspectos do que vossa imaginação é capaz de cocriar. Está presente nesse propósito o contexto de alma e do Eu Sou monádico que realizou essa conjectura social estelar, da qual muitas almas da Terra fazem parte e acabaram perdendo-se no meio do caminho.

As atribuições do quartel general em Alcíone estão relacionadas na prosperidade da fusão de todas as raças conveniadas e no estudo da ascensão coletiva de muitos povos e da integração tecnológica, o que requer representantes e avatares entre todos os grupos, ligados à hierarquia da Confederação Intergaláctica para conseguir absorver o aprendizado e transferí-lo para a sociedade que aceitou viver essa realização nas esferas abaixo de 9D das 49 Federações.

Muitas das diretrizes que foram inseridas no contexto político durante a fusão dessas federações inseriram profundas modificações sociais e culturais, além de parâmetros em relação às demais federações que não estão associadas, mas que convivem de forma harmônica e com trocas de interesses. Os membros não oficiais, como por exemplo, o grupo da estrela de Antares, que não é da Federação dos 49, possui uma relação equilibrada e harmônica com as 49 federações, porém não concorda com todas as considerações políticas e segue a sua evolução de forma independente, sem guerras.

Antares separou-se da Federação há muito tempo, quando ocorreu a Conversão Antares contra Sírios, acabando por envolver-se numa guerra absurda e sem resultados, mas que definiu o caminho de Antares e de Sírios Alfa para novos patamares ascensionais e culturais. Quando Caligasto aceitou a linha de corrupção oferecida por Satã e Astoroth afastou a Terra da conexão com Alcíone perante a Federação dos 49, pois interferiu na linha de comunicação entre ambas, o que é mencionado nas antigas escrituras como o afastamento entre o Céu e a Terra.

Essa situação envolve a Terra na guerra das 22 delegações, os problemas causados pelos anunakis e suas próprias questões internas de disputa de poder. Caligasto era anunaki, membro da Ordem de Apu, que é um dos representantes da Ordem Liriana de Aldebarã da raça adâmica primordial, que por razões nunca reveladas ao Conselho de Anciões da Terra corrompeu-se com as hordas de Astoroth e Satã, levando a Terra e a humanidade da época para patamares que não estavam dentro das diretrizes das federações.

Restaurar esse equilíbrio era uma das missões dos enviados de Alcíone, o que se tornou um desafio que exigiu a presença de membros dos outros grupos da Federação e acabou por tornar-se o projeto Operação Resgate de Urantia. Percebam o contexto crítico dessa situação perante as 49 Federações. Possuir um planeta tão próximo ao QG (quartel general) da federação envolvido com a energia da dualidade dos filhos do Anticristo, justamente uma oposição que não estava prevista pelo fato de que esses representantes tinham gerado mundos de exílio para afastar essa ramificação psíquica de seus planetas. 

A Terra representa um empecilho na evolução de muitos membros da Federação e ao mesmo tempo uma escola de ascensão. Temos, portanto, um forte paradoxo na existência da Terra com suas condições no seio de uma proposta de união social e cultural que é a Federação dos 49. Cada um de nós é parte desse paradoxo, no qual escolhemos vir à Terra desenvolver um papel na linha da evolução e do aprendizado sobre a dualidade entre Cristo e o Anticristo, passando a expressar ambas as polaridades, para poder efetuar a sua escolha.

Querer ascensionar é a escolha de Cristo Micah, buscando o reto viver e reto pensar, enquanto a escolha oposta é querer ficar na Terra e expressar a dualidade ao máximo, entrando na linha de controle da Ordem do Dragão Negro e ser uma marionete nas articulações políticas que essa organização sustenta na humanidade.


Este texto é parte do livro A Origem - Federações Interestelares 
de Rodrigo Romo (Shanthar Editora, 2012). 
Autor: Rodrigo Romo

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segunda-feira, 2 de julho de 2012

As Pirâmides de Gizé (Egito) e as Pirâmides de Teotihuacan (México




As grandes construções feitas na superfície da Terra pelos gracianos, habitantes do Planeta GRACYEA, a pedido dos maldequianos, há incontáveis anos no passado de nosso planeta e as suas correlações e coincidências.

Grande Pirâmide do EGITO, chamada pelos “eruditos” de “A Pirâmide de Quéops (ou de Khufu)”, e que teria sido (conforme os “especialistas" no assunto) construída para ser a tumba do Faraó Quéops da quarta dinastia, cujo reinado se estendeu de 2.551 a 2.528 a.C. (século XXVI a.C.). É a maior das três pirâmides de Gizé: sua altura original era de 146,60 metros, mas atualmente é de 137,16 m, pois falta parte do seu topo e do revestimento (a pedra de topo feita de cristal Astrastone foi reirada pela FEDERAÇÃO GALÁCTICA). Entre as pirâmides, a de Quéops se sobressai como uma das criações mais espetaculares e geniais da história da arquitetura, das antigas construções feitas em pedra.

Assim como nas outras pirâmides, a de Quéops os seus lados se orientam pelos quatro pontos cardeais, limitando o Delta do Rio Nilo geometricamente com o prolongamento das duas diagonais e dividindo-o em duas seções iguais seguindo o eixo da pirâmide, ou seja: medindo a medida da vara egípcia de 0,525 metros, o lado da base da pirâmide tem 440 varas e a sua altura atinge as 280 varas. Estas consideráveis amplitudes têm dado lugar a especulações matemáticas bastante complexas, pois é reconhecido que terão relação com oposterior desenvolvimento das matemáticas Pitagóricas.

A grande Pirâmide de Gizé, hoje conhecida como Pirâmide de Quéops, sem a Pedra de Topo de cristal Astrartone que foi retirada pela FEDERAÇÃO GALÁCTICA.


AS PIRÂMIDES, UM EXPERIMENTO COM ENERGIA VRIL:
... Cerca de três horas depois, Andart voltou sorrindo para nossa tenda. Contou-me que Marduk estava hesitando bastante em prosseguir com o plano de enviar a energia vril de reserva da Terra a MALDEK dali a uns dois dias (no solstício de verão no hemisfério norte de então). Andart disse que fizera o possível para encorajar Marduk a continuar conforme o plano, pois ele (Andart) pessoalmente não acreditava que o plano funcionaria, e um malogro humilharia um pouco Marduk e os governantes quains de MALDEKCreiam-me, Andart não pensou por um momento que seu incentivo conduziria à subseqüente tragédia. Andart deixou Marduk ainda ponderando o fato de que levaria vários anos para MALDEK (deslocando-se constantemente na órbita solar, assim como os demais planetas do sistema) atingir novamente a melhor posição (em relação à Grande Pirâmide) para receber a energia vril de reserva pertencente à Terra. Quando observamos os anciãos de MALDEKchegarem no local das Grandes Pirâmides e vimos suas varas vril pessoais sendo descarregadas e levadas à tenda de Marduk, soubemos que ele decidira-se a prosseguir com o plano.

Perguntei a Andart: “Acha que dará certo, ou será um fracasso? Espero que funcione, você não?” Andart disse então: “Doy, não sei se terá êxito ou não, e realmente não me importo com o que vai acontecer. Estou apreensivo com o fato de que nós, de nossa raça, talvez tenhamos proporcionado uma arma física que nosso ElBaal/Lúcifer/Marduk, de MALDEKpoderia usar para atacar e ferir outro El (o da Terra nesse caso). Ora essa, que os deuses lutem se quiserem, mas deixem a nós, humanos, fora disso.” Quando passei a considerar o que Andart dissera, uma onda de náusea tomou conta de mim. Andart e eu visitamos meu pai na véspera do grande acontecimento. Ficou contente de nos ver e muito feliz por termos nos tornado companheiros. Meu pai também estava nervoso com o que estava a ponto de acontecer no dia seguinte. Nossa visita o confortou, afastando até certo ponto sua mente da possibilidade de que ele poderia ter negligenciado algo durante as incontáveis inspeções das pirâmides ordenadas por Marduk e conduzidas por ele e seus colegas. Disse-nos várias vezes:

“Os gracianos dizem que tudo está em ordem com as estruturas, e eu não consigo imaginar o que mais fazer.Andart e eu estávamos à margem oriental do RIO NILO juntamente com vários gracianos, que planejavam partir rumo a Miradol mais tarde naquele dia. Um jovem piloto graciano de carros aéreos nos perguntou o que nós, maldequianos, estávamos fazendo com as pirâmides do outro lado do rio. Perguntou se era um tipo de cerimônia espiritual. Andart respondeu: “Pode-se dizer que sim, mas de um tipo que, tenho certeza, você não entenderá.” Ele acabara de completar sua frase quando um pilar de LUZ de fogo arremessou-se em direção ao céu a partir do ápice da Grande Pirâmide.
Tudo era silêncio, e o pilar de LUZ de fogo era bonito de se contemplar; Eu estava exultante e fiquei repetindo: “Funciona, funciona!” Minha alegria terminou quando o solo em baixo de nossos pés começou a tremer violentamente. Víamos as pessoas fugindo das pirâmides; algumas saltaram no rio. O ar estava impregnado do cheiro de enxofre queimando. Então, surgiu um grande clarão de luz ofuscante distante no céu (MALDEK EXPLODIRA em pedaços incontáveis ao receber a energia VRIL transmitida da Terra pela Grande pirâmide). Andart e eu caímos de joelhos tremendo. Nós dois queríamos morrer e acabar com a tristeza existente nos profundos recessos de nossos espíritos. Os gracianos tentaram nos auxiliar e nos confortar, mas estavam totalmente confusos em relação ao que tinha acontecido. 
Texto extraído e traduzido do livro "Through Alien Eyes", de Wesley Bateman, páginas 308 e 309, capítulo DOY de MALDEK.


Por outro lado, a orientação da pirâmide permitia que os raios luminosos da estrelaSIRIUS (Constelação do Cão Maior), ao passar pelo meridiano, penetrassem na câmara existente no seu núcleo por meio de um conduto, no momento em que se anunciava o princípio do ano egípcio e o início das inundações do rio Nilo, durante o mês de JULHO, no dia 25 (o mesmo dia marcado como o DIA FORA DO TEMPO pelo Calendário MAIA do México, e que marcava o INÍCIO DE UM ANO NOVO para os MAIAS).

Também a luz da estrela POLARIS na Constelação da Ursa Menor, entrava pelos condutos do norte. Este monumento construído em rocha tem uma superfície que cobre quase 53 mil metros quadrados, e teria uma massa/volume de cerca de 31.200.000 toneladas. É sem dúvida o MAIOR e um dos monumentos mais polêmicos de toda a Antiguidade.

O esquema da Pirâmide de Quéops, em Gizé, Egito.

A Pirâmide do Sol em TEOTIHUACAN, no México e a Grande Pirâmide do Egito, na Planície de Gizé, chamada de túmulo de Quéops, são quase ou quase igual a uma e outra nos seus perímetros da base. A Pirâmide do Sol é "quase" metade da altura da Grande Pirâmide. Há uma ligeira diferença. A Grande Pirâmide de Gizé, no Egito é 1,03 - vezes maior do que a base da pirâmide do sol, no México.


Sobreposição entre as duas enormes construções de pedra, a pirâmide de Quéops de Gizé, Egito e a Pirâmide do Sol em Teotihuacan, no México.
É possível que os layouts e as plantas dos projetos das pirâmides de Gizé, no Egito e Teotihuacán, no México tenham mais semelhanças? Ou ainda que todo o complexo de construções existentes nesses dois países tenham muito mais em comum do que suspeitamos até o momento.
Uma foto antiga da aérea das pirâmides em Teotihuacán, no México. 
Na foto antiga da aérea das pirâmides em Teotihuacán, no México acima existe um "vazio". Estaria o "terreno" vazio entre as pirâmides ali existentes destinadas a construção de uma terceira pirâmide, como as que existem na Planície de Gize, no Egito?
E se assim fosse estariam elas também alinhadas com as três estrelas do cinturão daConstelação de Órion, Mintaka, Alnilan e Alnitak (conhecidas como as TRÊS MARIAS no Brasil), como as pirâmides do Egito?
Acima o Layout das Pirâmides de Gizé e o seu alinhamento, que são uma cópia perfeita do alinhamento existente entre as três estrelas do cinturão da Constelação de Órion, Mintaka, Alnilan e Alnitak, conhecidas popularmente no Brasil como as Três Marias...


Acima o layout e a planta das Pirâmides em Teotihuacán, no México
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Acima: a disposição das Pirâmides de Gizé, do Egito sobrepostas no layout das pirâmides de Teotihuacan, no México.

O Vazio (aparente) em Teotihuacan preenchido pelo Palácio dos Jaguares está no mesmo local exato equivalente a terceira pirâmide do Egito, no local da pirâmide "ausente" e que marca o local equivalente da estrela Alnilan no cinturão de Órion.
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Desenho e Foto anterior: a Constelação de Órion. Abaixo o alinhamento entre as estrelas do cinturão da Constelação de Órion, Mintaka, Alnilan e Alnitak (as TRÊS MARIAS) e as pirâmides de Quéfrem, Queóps e Miquerinos, em Gizé-Egito.


É possível que os layouts das pirâmides de Gizé e Teotihuacán foram baseados nas mesmas "plantas"? As evidências indicam que esse é o caso e que ambos os projetos foram feitos com base nas mesmas plantas e distribuição espacial dos imensos volumes de pedra. A diferença é que no México, está faltando a pirâmide do "meio" (correspondente à estrela Alnilan, do cinturão de Órion) que existe na Planície de Gizé, no Egito. 

Alinhamento da pirâmide em Gizé, no Egito, também com as constelações de Cão Maior e sua principal estrela Sírius, Constelação de Órion, Draco (Dragão, uma constelação da onde se originam uma espécie de reptilianos), Ursa Maior e Ursa Menor com sua principal estrela Polaris.

Autor: Wesley H Bateman

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